O porquê

A ideia de uma mídia própria começou no trio a formar Janela (Ja. Ne. e eu), mas o acerto permaneceu estima. O imã para ir sozinha, em primeiro plano. Por isso, revelara.

O que esteve escondido? As respostas vem em seguida.

O sentir a frente de mim se fez (in)satisfeito e (in)seguro, enquando vivia em segundo plano. O tempo. Só o tempo trouxe o rebento desquite: vivaz e amistoso. E o melhor, sem os (in)s.

Eis a carta que me trouxe.

O fordismo cognitivo

Não costome me alongar. Direto ao ponto percebo que o teu sentir é mais astuto do que vagabundo.

Preste atenção nele, sem deixar ser levada. Repeite para o que veio. E siga o caminho que tenho passado.

Leia o que foi notado.

Este é o acesso que tu se faz por ele (o sentir). Divido a forma que consigo ler, creio ter razão. Só um dia lhe confirmarei.

Primeira sentença — fale pouco.

Caso seja preciso, evite contato e preservará o casulo.

Segunda sentença — o pragmatismo da forma correta.

Não se baste com pouco, o aprimoramento é constante. Lembre-se que o dano social é grave, portanto, ajuste-se sempre.

Terceira sentença — a não correspondência

Como forma de penalizar a má conduta ao exposto, crie a pior imagem de si em relação ao outro, sempre.

Enfim … Este é o porquê do blog num despertar para a ansiedade. Caso sinta algo semelhante, procure uma orientação psicológica. Ou alguém a quem confie o não-julgamento, o que estiver ao seu alcance.

Nesta etapa que caibo bem: contei, conto e ainda demando de tudo, e o blog contribuiu muito. Quem sabe não é a sua chance de explorar o seu mundo?


Leu primeiro, né!?

Até logo!

Corpo

Por Lauro de Freitas

A senhora que me chama de marido disse outrora que não casou com um porco. Achei deselegante da parte dela e me contive, por mais que não tenha casado com uma equina.

Apenas saí do convívio e tornei a pensar o que, de fato, porto ao corpo. E não é pouco.

Lá na infância, quando corria atrás da bola, a divisão se dava em três: cabeça, tronco e membros. Soube logo: o que é nobre fica da cintura para cima e a censura dali para baixo. A possível razão para os marmanjos não devotarem atenção as pernas.

No mercado tem o que custe o olho da cara ou até um rim, pelas ruas as artérias encaminham o fluxo certo a seguir.

Ao Estado, a preferência tem sido lipofóbica, sem excessos, tenho cá minhas dúvidas.

Enquanto a forma, a cor e conservação definem, em absoluto, a espécie de ser vivo que se faz parte. Nesta lógica, sou um porco porque não tenho mais estômago para ser humano.

Imagem 1; imagem 2.

Um grunhido especial do Lalau.

Até mais ver!