Lauro de Freitas

Um recadinho. Acertei com um zelador para não deixar o revela parado por muito tempo. Espero que ele seja legal, até logo!

Chegou uma sacola da roça um dia desses. Fui examinar, como bom curioso, e corri para destroçar um exemplar da possível laranja. Não era, a senhora que me atura jurou ser laranja lima. Que desgosto! Só ficou atrás da fruta pão, o juízo até arrepia de imaginar.

Seu Lauro é como me chamam, só para esclarecer, sou de mim mesmo. Um aposentado meio urbano, um tanto rural, que não teme nada. Nem barata voadora. Comigo é uma mão na chinela e outra na raquete; o estralo tem um som bacana. Indico.

Baste de prosa! Venho aqui para cuidar deste blogue pela falta de coisa melhor para fazer. Então mando brasa. Igual a que vivi ontem.

Troquei a água do chuveiro por suor assim que saí do banheiro, sem contar aquele bagaço branco para se expor ao sol, terrível. Não recomendo.

Ainda ontem parecia menino na janela antes de dormir. Nem piscava para ver três cachorros brincando no lugar descabido de um deles. A natureza é mesmo ímpar.

Não entenda mal. Vejo só, ao destinar o lixo para coleta, hoje, fui chamado de vó por um passante motoqueiro; tomei como elogio, vô tem um som estranho.

Tá bom por hoje!

O Lalau cansou, conte por aqui como tem passado os dias.

Até mais ver!

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