O porquê

A ideia de uma mídia própria começou no trio a formar Janela (Ja. Ne. e eu), mas o acerto permaneceu estima. O imã para ir sozinha, em primeiro plano. Por isso, revelara.

O que esteve escondido? As respostas vem em seguida.

O sentir a frente de mim se fez (in)satisfeito e (in)seguro, enquando vivia em segundo plano. O tempo. Só o tempo trouxe o rebento desquite: vivaz e amistoso. E o melhor, sem os (in)s.

Eis a carta que me trouxe.

O fordismo cognitivo

Não costome me alongar. Direto ao ponto percebo que o teu sentir é mais astuto do que vagabundo.

Preste atenção nele, sem deixar ser levada. Repeite para o que veio. E siga o caminho que tenho passado.

Leia o que foi notado.

Este é o acesso que tu se faz por ele (o sentir). Divido a forma que consigo ler, creio ter razão. Só um dia lhe confirmarei.

Primeira sentença — fale pouco.

Caso seja preciso, evite contato e preservará o casulo.

Segunda sentença — o pragmatismo da forma correta.

Não se baste com pouco, o aprimoramento é constante. Lembre-se que o dano social é grave, portanto, ajuste-se sempre.

Terceira sentença — a não correspondência

Como forma de penalizar a má conduta ao exposto, crie a pior imagem de si em relação ao outro, sempre.

Enfim … Este é o porquê do blog num despertar para a ansiedade. Caso sinta algo semelhante, procure uma orientação psicológica. Ou alguém a quem confie o não-julgamento, o que estiver ao seu alcance.

Nesta etapa que caibo bem: contei, conto e ainda demando de tudo, e o blog contribuiu muito. Quem sabe não é a sua chance de explorar o seu mundo?


Leu primeiro, né!?

Até logo!

O eu (des)legítimo


Em minha defesa, tudo que eu sei sobre você.

Prezada,

Não tem sido fácil acompanhar tantos avanços. Desde que você foi desafiada a me deixar, conduta desleal de quem não me conhece, o nosso vínculo ficou mais distante.

Éramos tão felizes! Eu trazia os frutos do meu olhar analítico, vendava os teus olhos e tu obedecias a mim.

Já não é tão fácil como antes. A minha presença, como bem sabes, é para o teu bem. Nada melhor para evitar o fracasso do que paralisar qualquer projeto.

Ou colocar o teu futuro sob as circunstâncias do presente, afinal de contas, quem me garante que consigas qualquer coisa até lá?

Não pense que eu não sei da tua maior conquista, embora tema pelas próximas.

Será capaz de conseguir realizar os teus sonhos com esse tanto de talentos miúdos, dificilmente vendáveis? Por isso questiono a ti nos dias que tens me permitido, apenas para o teu bem.

Acredito no nosso enlace e que ele não chegará ao fim. Peço-lhe que me respondas em respeito ao que tenho dito.

Att,

Meu eu (des)legítimo.


RE: Em minha defesa, tudo que eu sei sobre você.

Prezado,

Não haveria de negar o nosso enlace, embora não tenha sido bom. Chega certo tempo que o conforto da defesa sufoca.

Estava a beira da vida, a reflerir o que achava refletido. Devo dizer que a separação é necessária e vai acontecer a cada dia mais.

Descobri que você diminue quando é exposto. Pode até remexer lá no fundo, mas passa.

Vá embora e não me amole nunca mais!

Att,

Meu eu num crescendo.


Paz, bem e ousadia.