Chega de cochilos!

Sem perceber, capturei o momento em que acordei para o racismo. A partir da leitura do livro O ódio que você semeia da Angie Thomas (2017). O verbo acordar se refere a um momento de consciência inerte. Exatamente aonde estava.

Não nego as pequenas pistas reunidas com o passar do tempo, ainda é latente a lembrança de uma aula de Sociologia, quando tema apareceu de forma modesta e pontual.

[…]

O calor sombreia cabelos ultra finos e amplos, peles retintas e narizes prontos para respiros em altas temperaturas.

Enquanto o frio delinea cabelos lisos, narizes finos e cores alvas, pelo sol escasso, como forma de proteção as baixas temperaturas.

Nada mais do que a beleza da adaptação humana. Embora não bastasse para o despertar por completo

Foi aqui, através dessa leitura que parcebi a complexidade em torno do racismo. Pelas minúcias a cada instante, vindas de muito tempo.

Os cacos funcionam como o tabaco; socialmente aceito, corriqueiro e maligo. Uma analogia ordinária, assumo, mas a infeliz realidade faz condizer.

A batalha é constante, é preciso estar atento e forte ao passo de cada partida, a fazer o que nos couber.

Imagem.


Em busca da consciência,

até logo!

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