Hora do chafé

Existem tantas coisas que sabemos, embora muitas vezes não consigamos colocar em prática. Fica a dúvida aonde o sei se encontra com o faço.

Digo isso depois de perceber que dormir é como morrer por algum tempo.

De tanto pensar na verdadeira cor das zebras, as pálpebras perdem as forças  e a consciência vai sumindo até flanar.

No meio tempo, a Terra continua a girar, o tempo a passar, até despertar para o mundo com o pronome meu, predisposto.

Mesmo assim, as zebras ainda preocupam.

Enquanto não há quem alcance a sublime proeza do equilíbrio, fiquemos no mundo das ideias.

A fé como água…

Ela compõe onde é colocada, ganha cores, texturas e aromas diferentes.

Evapora, caso esquecida no tempo. Congela, a depender da passagem. Ebule sob calor intenso, enquanto em falta, nunca sacia.

Na natureza, selvagem ou não, segue rumos e destinos sem fim, traz vida aonde passa e reage caso não preservada.

O acesso fica a critério. Direto ou mediado, também, a depender do cenário.

Uma forma tende a parecer mais vantajosa, prática, pura ou límpida do que a outra. Com respeito, a nascente vive em cada um.

Repleto de água, o corpo é quem diz o uso que faz.

Imagem. Santa Rita do tempo em que a vovó era neta.


Paz e bem em abundância.

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